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Uma luta - Ricardo Magro

A história de Ricardo Andrade Magro é definida por três pilares essenciais: o trabalho, o esporte e a paixão por grandes desafios. Nascido em São Paulo e filho de imigrantes portugueses, Ricardo iniciou a sua carreira empresarial muito cedo, trabalhando nos postos de combustíveis à época detidos pela sua família. A paixão pelo trabalho sempre lhe foi uma característica desdo berço.
ricardo magro

Ingressou na faculdade de direito na década de 1990, tendo fundado o seu próprio escritório em 2000 logo após se tornar advogado, com atuação voltada para o setor de combustíveis e – ainda que em fase inicial – o mercado de petróleo. Embora ainda jovem e com pouca experiência no ramo jurídico, nunca lhe faltou coragem para abraçar grandes lutas .
Unindo o conhecimento empresarial adquirido ao longo dos anos acompanhando os negócios da sua família no ramo de distribuição e venda de combustíveis, com uma expertise em direito tributário desenvolvida durante os anos acadêmicos, bem como na própria prática jurídica diária, Ricardo logo se tornou um dos advogados de maior sucesso no setor e uma referência na defesa dos direitos dos postos de bandeira branca.
As vitórias obtidas ao longo dos anos – sempre travando batalhadas contra os gigantes do setor, em defesa dos postos de bandeira branca e dos pequenos comerciantes – lhe renderam notoriedade dentro do mercado de combustíveis.
Reconhecido pela perspicácia e pela tenacidade, nunca temeu enfrentar quaisquer adversários perante os tribunais, tendo inclusive litigado e vencido algumas das maiores companhias dentro do setor de combustíveis e petróleo.
Justamente por não se submeter à vontade de eventuais concorrentes dos seus clientes, Ricardo enfrentou (e ainda enfrenta) uma constante batalha jurídica contra alguns dos pesos-pesados do setor, tornando-se uma das maiores vozes na defesa da concorrência e da livre iniciativa, também na foto, https://ricardomagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/ricardo-magro-biografia@2x-750x410.jpg

A paixão por um grande desafio ou por “boa briga” é uma característica que flui para além da sua atividade profissional, tendo encontrado nos esportes uma das suas maiores alegrias e uma fonte de realizações pessoais. Ricardo e o esporte sempre caminharam juntos. Grande apoiador dessas iniciativas, não é de hoje que Ricardo defende o esporte na vida dos jovens em seu mais conhecido projeto denominado “Usina de Campeões” onde as crianças da comunidade de Manguinhos têm a oportunidade de se dedicar às artes marciais, praticando a disciplina sobre o tatame que segundo o próprio Ricardo faz questão de afirmar “iguala a todos e faz com que os jovens comecem a desenvolver a noção de que são protagonistas da sua própria trajetória de vida”.
A inspiração desses jovens encontra amparo na dedicação de campeões como José Aldo que desde 2017 aportou sua história de luta e vitórias ao projeto, sendo um dos grandes embaixadores do esporte conquistando o World MMA Awards de Lutador do ano em 2010. Referência para a geração atual, José Aldo ficou durante nada menos que dez anos invicto até ser nocauteado por Conor McGregor em apenas 13 segundos, no mês de dezembro de 2015. José Aldo foi, na época, bastante tietado pelas crianças e jovens da Usina de Campeões, que enxergam nele um espelho da sua própria história de luta e superação.
Após declarar sua aposentadoria, frente à insatisfação com a organização do UFC, que na época permitiu que Conor McGregor disputasse o título de peso-leve sem abrir mão do cinturão dos peso-pena, José Aldo entrou novamente no octógono no dia 3 de junho de 2017 no UFC 212, contra Max Holloway – vencedor do UFC 206 contra Anthony Pettis. A luta foi vencida pelo norte-americano no terceiro round por nocaute técnico. Aldo nesses últimos 3 anos entrou no octógono mais 6 vezes sempre com a mesma determinação e propósito de luta que construíram a carreira do grande campeão com 28 vitórias e apenas 7 derrotas até o presente momento.
A Usina de Campeões, projeto social coordenado pelo ex-lutador de vale tudo e MMA, três vezes campeão mundial – Pedro Rizzo, desenvolve crianças e jovens entre 7 e 20 anos de idade, com atividades de lutas marciais gratuitas oferecidas à população carente das comunidades do entorno de Manguinhos a iniciativa defendida por Ricardo Magro, é um eficaz instrumento de combate à desigualdade social, sedimentando valores de disciplina, ética e honra, que certamente ajudam a construir o caráter desses jovens que serão cidadãos melhores no futuro, numa sociedade onde poucas oportunidades são apresentadas diante dos jovens, que vivem numa região onde conflitos de todos os níveis são comuns.
Aproximadamente 250 crianças e jovens de comunidades carentes do Rio de Janeiro participam atualmente do projeto que coloca a cidadania em prática e resgata valores tão importantes, aprendendo a ter responsabilidade e disciplina para encarar a realidade da vida fora dos tatames.
Os números do projeto Usina de Campeões não param por aí. Atualmente já foram beneficiadas mais de 15 mil famílias, e no que depender de Ricardo Magro, o projeto tende a se ampliar e perpetuar através dos tempos.
Aposentado em 2015 com vitória por nocaute técnico sobre o norte-americano Andrew Flores Smith, mas nunca tendo abandonado os tatames, a história de Pedro Rizzo é uma aula de retidão, coragem e perseverança. Conhecido pelo seu apelido “The Rock” – A Rocha, tem como sua marca registrada os potentes chutes que desfere nas pernas dos seus adversários, que são capazes de fazer até os melhores adversários balançarem. Rizzo não escolhe adversários. Atualmente a escolha estratégica de adversários, muito criticada por Pedro, e bastante utilizada por atuais campeões que evitam duelos desfavoráveis, sejam pelo grau de dificuldade dos oponentes ou pela baixa representatividade em termos de ranking, levanta uma situação bem diferente da rotina da velha guarda do esporte, seleto grupo do qual Rizzo fazia parte, numa época onde os verdadeiros campeões não escolhiam adversários.
Atualmente a equipe da Usina de Campeões, conta com um time de ponta, sempre alinhado com os princípios morais nos quais tanto acredita Ricardo Magro. A equipe luta todos os dias para que milhares de crianças e jovens da comunidade de Manguinhos sejam campeões de disciplina e caráter:
Pedro Rizzo
Idealizador
Ex-lutador de Vale Tudo e MMA, três vezes campeão mundial
Laerte Barcelos
Mestre de Jiu-Jitsu
Faixa coral de jiu-jitsu 8º Dan
Ex-atleta e ex-treinador da Seleção Brasileira de Luta Olímpica
Raoni Barcelos
Professor de Luta Olímpica (Wrestling)
Medalhista nos jogos Sul-Americanos e Pan-Americanos Lutador do UFC
Leonardo Limberger
Professor de Muay Thai
Campeão do Shooto Brasil e lutador do ACB (Rússia)
Humberto Rangel
Professor de Boxe
Formado pelo Professor Claudio Coelho (Nobre Arte)
Macarrão (Maicon Pinheiro de Souza)
Professor de Capoeira
Formado pelo Grupo Abadá Capoeira
Vitor Ferraz
Professor de Judô
Ex-integrante da seleção brasileira de Judô
Jorge Filho
Professor de Taekwondo
Faixa preta de Taekwondo 2º Dan
Ex-integrante da Seleção Brasileira Militar
Os profissionais e seus jovens alunos, contam com uma estrutura composta por octógonos e tatames, bem como todos os equipamentos necessários para as lutas, como por exemplo, luvas, manoplas e sacos.
As modalidades oferecidas são o Muay Thai, Capoeira, Jiu-Jitsu, Judô, Boxe, Luta Olímpica e Taekwondo, ministradas pelos professores acima. As aulas ocorrem, normalmente de segunda a quinta das 9h às 11h e no turno da tarde, das 14h30 às 17h30.
Para participar, as regras são simples, crianças e jovens que tenham entre 7 a 20 anos, estejam matriculadas na escola e tenham boas notas, pois o objetivo é que os aprendizados das artes marciais ultrapassem os tatames e transformem a vida de crianças e jovens.
Os pilares que norteiam todo ideal da Usina de Campeões, são muito bem definidos:
Missão – Formar cidadãos agregando conhecimento e valores por meio das artes marciais, estimulando a disciplina e a responsabilidade para a redução da vulnerabilidade social de crianças e jovens.
Visão – Ser reconhecida como referência em projetos sociais de artes marciais, por incentivar a prática, a disciplina e preparar os alunos para os desafios do esporte e da vida.
Valores – Valorização do ser humano, responsabilidade, educação, comprometimento, respeito ao próximo e ética.
No momento delicado que estamos vivendo agora, marcado pela pandemia causada pelo novo Coronavírus, Ricardo Magro levanta a bandeira e evidencia ainda mais a pauta de responsabilidade social.
Uma forma de driblar a situação e ainda tocar o Usina de Campeões, por exemplo, foi investir em aulas através de transmissão ao vivo pelas redes sociais do projeto as “lives”, no próprio Instagram da @usinadecampeoes
Esta, sem dúvida, também é uma forma de contribuir para o bem-estar coletivo, já que as aulas podem ser assistidas por todos.
Mesmo nesses tempos de pandemia, as crianças continuam amparadas, mantendo suas aulas sem perder completamente o ritmo de suas atividades.
Bibliografia:

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